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10 métricas para acompanhar no seu departamento jurídico

outubro 8, 2018

1. GASTOS CONFORME O ORÇAMENTO

Monitorar orçamentos é a melhor forma de prever e controlar gastos nos departamentos jurídicos. Também proporciona benchmarks sobre quanto deve custar cada tipo de caso, para que seja possível estabelecer o próprio orçamento para os casos com base no valor que eles custaram no passado.

2. MÉTRICA DA CARGA DE TRABALHO DE PESSOAL

Acompanhamento de casos, os gastos externos, a média de gastos segundo o tipo de caso e os gastos conforme orçamento por advogado interno são métricas importantes para determinar a carga de trabalho total do pessoal interno e se cada advogado está efetivamente administrando os gastos de advogado externo.

3. GASTOS POR TIPO DE ASSUNTO E ESTABELECIMENTO COMERCIAL

Existem ferramentas de reporte que permitem que departamentos jurídicos estabeleçam benchmarks para comparar com seus gastos legais e com o total de gastos com empresas usadas como parâmetros e com gastos de acordo com o tipo de caso. Assim é possível revelar pontos de atenção de um departamento jurídico se os padrões de gastos divergirem da norma no ramo.

4. AVALIAÇÕES DE ADVOGADO EXTERNO

Avaliar o advogado de forma periódica (ao encerramento de um assunto ou ao determinar intervalos, como a cada 6 meses) permitirá que o departamento crie um banco de dados. Então, quando um novo caso surgir, encontrar o melhor advogado externo para lidar será tão simples quanto examinar os dados de avaliação e escolher o advogado com a melhor avaliação.

5. GASTOS EXTERNOS E INTERNOS COM UMA PORCENTAGEM DA RECEITA DA EMPRESA

É interessante acompanhar essa métrica porque ela calcula o custo integral do seu departamento jurídico, tanto interna quanto externamente, ao invés de apenas avaliar os gastos jurídicos externos. Reduzir essa métrica, com o tempo, pode ser um ponto de venda poderoso para partes interessadas que buscam comprovação do valor que o departamento jurídico agrega. Ademais, monitorar essa porcentagem, com o tempo, ajuda o departamento jurídico a encontrar a mistura ideal de advogado interno e advogado externo que agregam maiores valores para a empresa.

6. ECONOMIA COM FATURAS

Trata-se de uma métrica que pode ser subdividida em categorias mais detalhadas, como reduções de diretrizes de despesas, reduções de índices de diretrizes de ganhos, e reduções de horas cobradas. Analisar itens individuais e horas cobradas pode consumir mais horas de advogados internos, porém é necessário verificar erros e superfaturamento.

7. AUMENTO DE HONORÁRIOS DE GANHO

Acompanhar aumentos nos honorários, com o tempo, permite que o departamento jurídico saiba se o aumento de honorários neste ano (e, sim, infelizmente quase nunca há reduções) foi anormal ou condizente com a média histórica.

Se o seu departamento jurídico estiver acima das médias de honorários, esse fato se torna um evento de atenção de que talvez sua empresa esteja pagando demais. Se seu departamento estiver abaixo da média de honorários, esse ponto-dado oferecerá às partes interessadas uma comprovação do valor do departamento e de seus esforços para economia de custos.

8. EXPOSIÇÃO A LITÍGIOS ATRAVÉS DO TEMPO

Em assuntos de litígio do departamento jurídico, monitorar a exposição (ao menos, na maior parte dos casos) é uma métrica importante para que a diretoria jurídica possa administrar e reduzir esse risco. Acompanhar esse número com o tempo permite que o departamento jurídico seja capaz de, mais uma vez, demonstrar seu valor para as partes interessadas, mostrando como o departamento reduziu a exposição da empresa, com o tempo.

9. TREINAMENTOS INTERNOS x QUEIXAS SOBRE ÉTICA

O monitoramento de queixas sobre ética e violações de RH, por estabelecimento comercial, permite que o departamento jurídico possa concentrar treinamentos para esses departamentos com o maior número de queixas. Mostrar esses treinamentos e queixas, com o tempo, demonstra a eficiência dos treinamentos e a economia com gastos, reduzindo reclamações dessa natureza.

10. LIÇÕES APRENDIDAS POR CASOS

Sejam tipos de contratos que o departamento jurídico negocia frequentemente, tipos comuns de casos litigiosos ou a abordagem de regulamentações específicas para seu ramo de atuação, a coleta e o compartilhamento de conhecimento aprendido tornam o departamento jurídico mais eficiente e eficaz.

Fonte: Thomson Reuters 

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